terça-feira, 14 de junho de 2016

SIMULAÇÃO DE PROJETO DA AGENDA 21 DO MUNICÍPIO DE CORAÇÃO DE JESUS/MG.


DINÂMICA
Para elaboração da Agenda 21 de Coração de Jesus/Mg ( simulação de projeto ), com objetivo de  mobilizar para sensibilizar governo e sociedade; criar um Fórum de Agenda 21 Local ( aberto para debates no www.selmawebsite.blogspot.com ); elaborar um diagnóstico participativo; e elaborar, implementar, monitorar e avaliar um plano local de desenvolvimento sustentável, os alunos do 9º ano “A” da E.E.Benício Prates, pesquisaram em livros, sites, jornais, revistas que descrevem ou anunciam características do município de C.Jesus como o relevo, vegetação, clima, hidrografia, saneamento básico, educação, assistência à criança e ao adolescente, urbanização, dentre outros aspectos, além de entrevistarem vários moradores em bairros distintos e profissionais disponíveis que colaboraram para que este trabalho fosse realizado com sucesso.

CONCEITO DE AGENDA 21
 Agenda 21 pode ser definida como um instrumento de planejamento para a construção de sociedades sustentáveis, em diferentes bases geográficas, que concilia métodos de proteção ambiental, justiça social e eficiência econômica.

A Agenda 21 Brasileira é um instrumento de planejamento participativo para o desenvolvimento sustentável do país, resultado de uma vasta consulta à população brasileira.  Foi coordenado pela Comissão de Políticas de Desenvolvimento Sustentável e Agenda 21 (CPDS); construído a partir das diretrizes da Agenda 21 Global; e entregue à sociedade, por fim, em 2002.

A Agenda 21 Local é o processo de planejamento participativo de um determinado território que envolve a implantação, ali, de um Fórum de Agenda 21. Composto por governo e sociedade civil, o Fórum é responsável pela construção de um Plano Local de Desenvolvimento Sustentável, que estrutura as prioridades locais por meio de projetos e ações de curto, médio e longo prazo. No Fórum são também definidos os meios de implementação e as responsabilidades do governo e dos demais setores da sociedade local na implementação, acompanhamento e revisão desses projetos e ações.

CONCLUSÃO DAS PESQUISAS
Embora harmonioso e aconchegante, com pontos turísticos belíssimos e uma rica cultura diversificada o município de Coração de Jesus carece de assistência em todos os setores. Conforme os entrevistados pelos alunos, vários problemas foram relatados na saúde, educação e saneamento básico. Houve alguns investimentos nestes setores como aquisição de equipamentos, reformas e contratação de pessoal para prestarem serviços: mas continua insuficiente o atendimento à população que anseia por melhor qualidade de vida.
Um outro grave problema detectado e citado pelos entrevistados foi a grave depredação do meio ambiente, do cerrados e da caatinga que compões a vegetação original do município e desaparecimento dos córregos. Mais de 50% dos córregos antes fluentes, hoje não existem mais. Apenas uns leitos mortos, secos e sem vida. E os poucos que sobreviveram estão com o potencial hídrico muito reduzido.
Quanto ao saneamento básico, existe em Coração de Jesus a ETE (Estação de Tratamento de Esgotos) e a ETA (Estação de Tratamento da Água) que é monitorada pela Copasa/Mg e tem resolvido muitos problemas a ela relacionados. Os poucos rios existentes não estão poluídos e a água embora racionada chega nas residências bem tratada e suficiente para o abastecimento das famílias.
Quanto à urbanização, Coração de Jesus apresenta uma proporção diferenciada no atraso em seu crescimento econômico. Os municípios vizinhos  tiveram maior crescimento em detrimento à Coração de Jesus que recebeu reduzidos  investimentos de estabelecimento públicos e privados pouco alterando a estrutura econômica e social da região. No setor de serviços verificaram-se sérias limitações. O crescimento da exploração agrícola e pecuária foram os responsáveis por impulsionar maiores resultados e apresentam-se como promissores para novos investimentos e geração de postos de trabalhos na região.
O Lixo Urbano também foi muito citado pelos moradores. Com o crescimento das áreas urbanas o lixo continua sendo um problema grave da urbanização e a coleta  insuficiente, apesar também de muitos moradores não contribuírem observando os horários  em que passa o caminhão da limpeza urbana,  utilizando as lixeiras e zelando pela organização e higienização das portas de suas residências.
Observou-se também um considerável deslocamento de população rural para a zona urbana, acarretando assim um crescimento desordenado dos bairros periféricos. Com o projeto “Minha Casa, minha Vida” do governo Federal, a população local foi agraciada com dois blocos de casas populares no entorno da cidade. No início do perímetro urbano a cidade conta ainda com casas populares através do programa do governo para famílias de baixa renda que passaram por transtornos em suas moradias nas ocasiões de chuvas.
O município de Coração de Jesus, hoje possui vários bairros: Sagrada Família, Centro, Buriti, Alto Buriti, Renovação, Alterosa, Diamante I e II, Canabrava, Aeroporto, Santa Tereza,  Rosa Norato, São Rafael, Nezinho Pinheiro, Chora Menino, Alto Bom Jesus, Baixa do Guedes, Fervedouro.

CONVITE
O FÓRUM da Agenda 21 já está aberto no site www.selmawebsite.blogspot.com e conta com sua participação criticando, denunciando, elogiando  e sugerindo melhorias para o município de Coração de Jesus rural e urbano, em todos os setores supra citados.

Agradecemos sua participação!

terça-feira, 24 de maio de 2016

segunda-feira, 23 de maio de 2016

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Coração de Jesus-MG no 7 de setembro

Desfile das E.E.Benício Prates e E.E.Cel.Francisco Ribeiro
 Apresentação da E.E.Benício Prates
                                      
Apresentação da E.E.Coronel Francisco Ribeiro
 O Dia da Independência chega quase três meses após a onda de protestos que tomou as ruas do país. Enquanto vários  grupos, como o Grito dos Excluídos e o Movimento Brasil Contra a Corrupção,  protestavam em quase todos os Estados do Brasil, o município de Coração de Jesus prestigiava uma das mais lindas manifestações cívicas organizadas pelos professores da  E.E. Benício Prates e E.E. Coronel Francisco Ribeiro, demonstrando que cidadania se constrói através de atos não violentos e prazerosos de serem vistos.
                                                  Fanfarra da E.E.Benício Prates
            Os alunos das duas escolas apresentaram temas que ressaltou a importância da Independência do Brasil, destacando a história da participação popular, principalmente da juventude em todos os momentos desta luta, desde os movimentos inconfidentes até os dias atuais, consagrando o Brasil nosso de cada dia. A riqueza, a cultura, os movimentos populares, o futebol, artes, importância da educação de hoje para a formação de cidadãos do amanhã, saúde como um direito de todos, justiça necessária...

       Fanfarra da E.E.Cel Francisco Ribeiro  
 Foi retratado também que a insatisfação é o primeiro passo para o progresso de um homem ou uma nação e que  após muitos anos de ditadura e silêncio forçado a população se organiza para um dos maiores movimentos sociais, “Diretas já”. Frase dita e que já se torna realidade no nosso país, “o dia em que o povo acordar, os governantes não dormirão”. “A juventude é a porta pela qual o futuro entra no mundo”. “Corrupção não é invenção do Brasil, mas a impunidade é bem nossa”. 
                              E.E.Benício Prates          
 No discurso proferido durante a abertura do evento, “O desfile de Sete de Setembro resgata a nossa história e ressalta o quanto foi e continua sendo importante para o Brasil a sua independência” afirmou o Diretor Roberto Ramos Nobre (E.E. Benício Prates) e Diretor João Pinheiro Veloso (E.E.CEL.Francisco Ribeiro). E ainda, “A educação é um patrimônio que ninguém retira do jovem... Bens materiais perdem seus valores” (Prefeito Dr.Pedrinho). “O desfile cívico do dia 7 de Setembro serve justamente para lembrar uma data que simboliza a autonomia conquistada e a determinação do povo brasileiro. E isto faz parte da nossa história”.
      Concentração na Pça.Dr.José Carlos de Lima  
 Parabéns Diretores, professores, alunos e todos que de uma forma ou de outra contribuíram para que este evento acontecesse. Isso faz com a que a população não esqueça e que as futuras gerações compreendam o que foi a luta pela nossa independência, conscientizando-se de que ela não pode parar, pois o Brasil é Nosso.



                     E.E.Cel.Francisco Ribeiro
COMO TUDO ACONTECEU

No dia 7 de setembro de 1822, o príncipe regente dom Pedro, irritado com as exigências da corte, declarou oficialmente a separação política entre a colônia que governava e Portugal. Em outras palavras, ele proclamou a Independência do Brasil.

Um mês depois, mais precisamente em 12 de outubro de 1822, dom Pedro foi aclamado imperador e, em 1º de dezembro, coroado pelo bispo do Rio de Janeiro, recebendo o título de D. Pedro I.

Resumidamente, a conquista da independência do nosso país poderia ser contada dessa forma, mas a história não é tão simples assim. Começa realmente com o enfraquecimento do sistema colonial e a chegada da corte portuguesa ao Brasil (1808) e só termina em 1824, com a adoção da primeira Constituição brasileira.

                     E.E.Cel.Francisco Ribeiro
Os motivos da separação
Entre os séculos 18 e 19, cresceram no Brasil as pressões externas e internas contra o monopólio comercial português e a cobrança de altos impostos numa época de livre comércio.

Diversas revoltas - a exemplo da Inconfidência Mineira, Conjuração Baiana e a Revolta Pernambucana de 1817 -, aliadas à Revolução Francesa e à independência dos Estados Unidos, provocaram o enfraquecimento do colonialismo e reforçaram o liberalismo comercial no Brasil. Em 1808, com a abertura dos portos, o Brasil passou a ter mais liberdade econômica e, com sua elevação à categoria de Reino Unido, deixou de ser, formalmente, uma colônia.

Em 1820, a burguesia portuguesa tentou resgatar suas supremacia comerciais, promovendo a Revolução Liberal do Porto. No ano seguinte, o parlamento português obrigou D. João VI a jurar lealdade à Constituição e a voltar para Portugal. Seu filho dom Pedro foi deixado no Brasil, na condição de príncipe regente, para conduzir uma eventual a separação política.

                       E.E.Cel.Francisco Ribeiro
O ROMPIMENTO
As pressões contra o controle de Portugal cresceram na colônia, e a metrópole passou a exigir a volta de dom Pedro. O príncipe deu sua resposta a Portugal no dia 9 de janeiro de 1822 (Dia do Fico), com a célebre frase "Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, diga ao povo que fico".

Iniciou-se um esforço político por parte dos ministros e conselheiros de dom Pedro, pela permanência dos vínculos com Portugal, mantendo um pouco de autonomia para o Brasil. Queriam uma independência sem traumas, mas as críticas ao colonialismo ficaram insustentáveis. Dom Pedro, então, se viu pressionado a oficializar o rompimento.

 
                            E.E.Benício Prates
Foi assim que, em 3 de junho de 1822, dom Pedro convocou a primeira Assembleia Constituinte brasileira. Em 1º de agosto, declarou inimigas as tropas portuguesas que desembarcassem no Brasil e, dias depois, assinou o Manifesto às Nações Amigas, justificando o rompimento com as cortes de Lisboa e garantindo a independência do país, como reino irmão de Portugal. 


Em represália, os portugueses anularam a convocação da Assembleia Constituinte brasileira, enviou tropas à colônia e exigiram o retorno imediato do príncipe regente a Portugal. No dia 7 de setembro de 1822, durante uma visita a São Paulo, nas proximidades do rio Ipiranga, dom Pedro recebeu uma carta com as exigências das cortes e reagiu proclamando a independência do Brasil. Bahia, Maranhão e Pará, que tinham juntado governantes de maioria portuguesa, só reconheceram a independência em meados do ano seguinte, depois de muitos conflitos entre a população e os soldados portugueses.
 
                             E.E.Benício Prates
 No início de 1823, houve eleições para a Assembleia Constituinte que elaboraria e aprovaria a Carta constitucional do império brasileiro, mas, em virtude de divergências com dom Pedro, a Assembleia logo foi fechada. A 1ª Constituição brasileira foi, então, elaborada pelo Conselho de Estado e outorgada pelo imperador em 25 de março de 1824.

Com a Constituição em vigor, a separação entre a colônia e a metrópole foi finalmente concretizada. Mesmo assim, a independência só é reconhecida por Portugal em 1825, com a assinatura do Tratado de Paz e Aliança entre Portugal e Brasil, por D. João VI.

Coração de Jesus-MG no 7 de setembro

Desfile das E.E.Benício Prates e E.E.Cel.Francisco Ribeiro
 Apresentação da E.E.Benício Prates
                                      
Apresentação da E.E.Coronel Francisco Ribeiro
 O Dia da Independência chega quase três meses após a onda de protestos que tomou as ruas do país. Enquanto vários  grupos, como o Grito dos Excluídos e o Movimento Brasil Contra a Corrupção,  protestavam em quase todos os Estados do Brasil, o município de Coração de Jesus prestigiava uma das mais lindas manifestações cívicas organizadas pelos professores da  E.E. Benício Prates e E.E. Coronel Francisco Ribeiro, demonstrando que cidadania se constrói através de atos não violentos e prazerosos de serem vistos.
                                                  Fanfarra da E.E.Benício Prates
            Os alunos das duas escolas apresentaram temas que ressaltou a importância da Independência do Brasil, destacando a história da participação popular, principalmente da juventude em todos os momentos desta luta, desde os movimentos inconfidentes até os dias atuais, consagrando o Brasil nosso de cada dia. A riqueza, a cultura, os movimentos populares, o futebol, artes, importância da educação de hoje para a formação de cidadãos do amanhã, saúde como um direito de todos, justiça necessária...

       Fanfarra da E.E.Cel Francisco Ribeiro  
 Foi retratado também que a insatisfação é o primeiro passo para o progresso de um homem ou uma nação e que  após muitos anos de ditadura e silêncio forçado a população se organiza para um dos maiores movimentos sociais, “Diretas já”. Frase dita e que já se torna realidade no nosso país, “o dia em que o povo acordar, os governantes não dormirão”. “A juventude é a porta pela qual o futuro entra no mundo”. “Corrupção não é invenção do Brasil, mas a impunidade é bem nossa”. 
                              E.E.Benício Prates          
 No discurso proferido durante a abertura do evento, “O desfile de Sete de Setembro resgata a nossa história e ressalta o quanto foi e continua sendo importante para o Brasil a sua independência” afirmou o Diretor Roberto Ramos Nobre (E.E. Benício Prates) e Diretor João Pinheiro Veloso (E.E.CEL.Francisco Ribeiro). E ainda, “A educação é um patrimônio que ninguém retira do jovem... Bens materiais perdem seus valores” (Prefeito Dr.Pedrinho). “O desfile cívico do dia 7 de Setembro serve justamente para lembrar uma data que simboliza a autonomia conquistada e a determinação do povo brasileiro. E isto faz parte da nossa história”.
      Concentração na Pça.Dr.José Carlos de Lima  
 Parabéns Diretores, professores, alunos e todos que de uma forma ou de outra contribuíram para que este evento acontecesse. Isso faz com a que a população não esqueça e que as futuras gerações compreendam o que foi a luta pela nossa independência, conscientizando-se de que ela não pode parar, pois o Brasil é Nosso.



                     E.E.Cel.Francisco Ribeiro
COMO TUDO ACONTECEU

No dia 7 de setembro de 1822, o príncipe regente dom Pedro, irritado com as exigências da corte, declarou oficialmente a separação política entre a colônia que governava e Portugal. Em outras palavras, ele proclamou a Independência do Brasil.

Um mês depois, mais precisamente em 12 de outubro de 1822, dom Pedro foi aclamado imperador e, em 1º de dezembro, coroado pelo bispo do Rio de Janeiro, recebendo o título de D. Pedro I.

Resumidamente, a conquista da independência do nosso país poderia ser contada dessa forma, mas a história não é tão simples assim. Começa realmente com o enfraquecimento do sistema colonial e a chegada da corte portuguesa ao Brasil (1808) e só termina em 1824, com a adoção da primeira Constituição brasileira.

                     E.E.Cel.Francisco Ribeiro
Os motivos da separação
Entre os séculos 18 e 19, cresceram no Brasil as pressões externas e internas contra o monopólio comercial português e a cobrança de altos impostos numa época de livre comércio.

Diversas revoltas - a exemplo da Inconfidência Mineira, Conjuração Baiana e a Revolta Pernambucana de 1817 -, aliadas à Revolução Francesa e à independência dos Estados Unidos, provocaram o enfraquecimento do colonialismo e reforçaram o liberalismo comercial no Brasil. Em 1808, com a abertura dos portos, o Brasil passou a ter mais liberdade econômica e, com sua elevação à categoria de Reino Unido, deixou de ser, formalmente, uma colônia.

Em 1820, a burguesia portuguesa tentou resgatar suas supremacia comerciais, promovendo a Revolução Liberal do Porto. No ano seguinte, o parlamento português obrigou D. João VI a jurar lealdade à Constituição e a voltar para Portugal. Seu filho dom Pedro foi deixado no Brasil, na condição de príncipe regente, para conduzir uma eventual a separação política.

                       E.E.Cel.Francisco Ribeiro
O ROMPIMENTO
As pressões contra o controle de Portugal cresceram na colônia, e a metrópole passou a exigir a volta de dom Pedro. O príncipe deu sua resposta a Portugal no dia 9 de janeiro de 1822 (Dia do Fico), com a célebre frase "Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, diga ao povo que fico".

Iniciou-se um esforço político por parte dos ministros e conselheiros de dom Pedro, pela permanência dos vínculos com Portugal, mantendo um pouco de autonomia para o Brasil. Queriam uma independência sem traumas, mas as críticas ao colonialismo ficaram insustentáveis. Dom Pedro, então, se viu pressionado a oficializar o rompimento.

 
                            E.E.Benício Prates
Foi assim que, em 3 de junho de 1822, dom Pedro convocou a primeira Assembleia Constituinte brasileira. Em 1º de agosto, declarou inimigas as tropas portuguesas que desembarcassem no Brasil e, dias depois, assinou o Manifesto às Nações Amigas, justificando o rompimento com as cortes de Lisboa e garantindo a independência do país, como reino irmão de Portugal. 


Em represália, os portugueses anularam a convocação da Assembleia Constituinte brasileira, enviou tropas à colônia e exigiram o retorno imediato do príncipe regente a Portugal. No dia 7 de setembro de 1822, durante uma visita a São Paulo, nas proximidades do rio Ipiranga, dom Pedro recebeu uma carta com as exigências das cortes e reagiu proclamando a independência do Brasil. Bahia, Maranhão e Pará, que tinham juntado governantes de maioria portuguesa, só reconheceram a independência em meados do ano seguinte, depois de muitos conflitos entre a população e os soldados portugueses.
 
                             E.E.Benício Prates
 No início de 1823, houve eleições para a Assembleia Constituinte que elaboraria e aprovaria a Carta constitucional do império brasileiro, mas, em virtude de divergências com dom Pedro, a Assembleia logo foi fechada. A 1ª Constituição brasileira foi, então, elaborada pelo Conselho de Estado e outorgada pelo imperador em 25 de março de 1824.

Com a Constituição em vigor, a separação entre a colônia e a metrópole foi finalmente concretizada. Mesmo assim, a independência só é reconhecida por Portugal em 1825, com a assinatura do Tratado de Paz e Aliança entre Portugal e Brasil, por D. João VI.

Coração de Jesus-MG no 7 de setembro

Desfile das E.E.Benício Prates e E.E.Cel.Francisco Ribeiro
 Apresentação da E.E.Benício Prates
                                      
Apresentação da E.E.Coronel Francisco Ribeiro
 O Dia da Independência chega quase três meses após a onda de protestos que tomou as ruas do país. Enquanto vários  grupos, como o Grito dos Excluídos e o Movimento Brasil Contra a Corrupção,  protestavam em quase todos os Estados do Brasil, o município de Coração de Jesus prestigiava uma das mais lindas manifestações cívicas organizadas pelos professores da  E.E. Benício Prates e E.E. Coronel Francisco Ribeiro, demonstrando que cidadania se constrói através de atos não violentos e prazerosos de serem vistos.
                                                  Fanfarra da E.E.Benício Prates
            Os alunos das duas escolas apresentaram temas que ressaltou a importância da Independência do Brasil, destacando a história da participação popular, principalmente da juventude em todos os momentos desta luta, desde os movimentos inconfidentes até os dias atuais, consagrando o Brasil nosso de cada dia. A riqueza, a cultura, os movimentos populares, o futebol, artes, importância da educação de hoje para a formação de cidadãos do amanhã, saúde como um direito de todos, justiça necessária...

       Fanfarra da E.E.Cel Francisco Ribeiro  
 Foi retratado também que a insatisfação é o primeiro passo para o progresso de um homem ou uma nação e que  após muitos anos de ditadura e silêncio forçado a população se organiza para um dos maiores movimentos sociais, “Diretas já”. Frase dita e que já se torna realidade no nosso país, “o dia em que o povo acordar, os governantes não dormirão”. “A juventude é a porta pela qual o futuro entra no mundo”. “Corrupção não é invenção do Brasil, mas a impunidade é bem nossa”. 
                              E.E.Benício Prates          
 No discurso proferido durante a abertura do evento, “O desfile de Sete de Setembro resgata a nossa história e ressalta o quanto foi e continua sendo importante para o Brasil a sua independência” afirmou o Diretor Roberto Ramos Nobre (E.E. Benício Prates) e Diretor João Pinheiro Veloso (E.E.CEL.Francisco Ribeiro). E ainda, “A educação é um patrimônio que ninguém retira do jovem... Bens materiais perdem seus valores” (Prefeito Dr.Pedrinho). “O desfile cívico do dia 7 de Setembro serve justamente para lembrar uma data que simboliza a autonomia conquistada e a determinação do povo brasileiro. E isto faz parte da nossa história”.
      Concentração na Pça.Dr.José Carlos de Lima  
 Parabéns Diretores, professores, alunos e todos que de uma forma ou de outra contribuíram para que este evento acontecesse. Isso faz com a que a população não esqueça e que as futuras gerações compreendam o que foi a luta pela nossa independência, conscientizando-se de que ela não pode parar, pois o Brasil é Nosso.



                     E.E.Cel.Francisco Ribeiro
COMO TUDO ACONTECEU

No dia 7 de setembro de 1822, o príncipe regente dom Pedro, irritado com as exigências da corte, declarou oficialmente a separação política entre a colônia que governava e Portugal. Em outras palavras, ele proclamou a Independência do Brasil.

Um mês depois, mais precisamente em 12 de outubro de 1822, dom Pedro foi aclamado imperador e, em 1º de dezembro, coroado pelo bispo do Rio de Janeiro, recebendo o título de D. Pedro I.

Resumidamente, a conquista da independência do nosso país poderia ser contada dessa forma, mas a história não é tão simples assim. Começa realmente com o enfraquecimento do sistema colonial e a chegada da corte portuguesa ao Brasil (1808) e só termina em 1824, com a adoção da primeira Constituição brasileira.

                     E.E.Cel.Francisco Ribeiro
Os motivos da separação
Entre os séculos 18 e 19, cresceram no Brasil as pressões externas e internas contra o monopólio comercial português e a cobrança de altos impostos numa época de livre comércio.

Diversas revoltas - a exemplo da Inconfidência Mineira, Conjuração Baiana e a Revolta Pernambucana de 1817 -, aliadas à Revolução Francesa e à independência dos Estados Unidos, provocaram o enfraquecimento do colonialismo e reforçaram o liberalismo comercial no Brasil. Em 1808, com a abertura dos portos, o Brasil passou a ter mais liberdade econômica e, com sua elevação à categoria de Reino Unido, deixou de ser, formalmente, uma colônia.

Em 1820, a burguesia portuguesa tentou resgatar suas supremacia comerciais, promovendo a Revolução Liberal do Porto. No ano seguinte, o parlamento português obrigou D. João VI a jurar lealdade à Constituição e a voltar para Portugal. Seu filho dom Pedro foi deixado no Brasil, na condição de príncipe regente, para conduzir uma eventual a separação política.

                       E.E.Cel.Francisco Ribeiro
O ROMPIMENTO
As pressões contra o controle de Portugal cresceram na colônia, e a metrópole passou a exigir a volta de dom Pedro. O príncipe deu sua resposta a Portugal no dia 9 de janeiro de 1822 (Dia do Fico), com a célebre frase "Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, diga ao povo que fico".

Iniciou-se um esforço político por parte dos ministros e conselheiros de dom Pedro, pela permanência dos vínculos com Portugal, mantendo um pouco de autonomia para o Brasil. Queriam uma independência sem traumas, mas as críticas ao colonialismo ficaram insustentáveis. Dom Pedro, então, se viu pressionado a oficializar o rompimento.

 
                            E.E.Benício Prates
Foi assim que, em 3 de junho de 1822, dom Pedro convocou a primeira Assembleia Constituinte brasileira. Em 1º de agosto, declarou inimigas as tropas portuguesas que desembarcassem no Brasil e, dias depois, assinou o Manifesto às Nações Amigas, justificando o rompimento com as cortes de Lisboa e garantindo a independência do país, como reino irmão de Portugal. 


Em represália, os portugueses anularam a convocação da Assembleia Constituinte brasileira, enviou tropas à colônia e exigiram o retorno imediato do príncipe regente a Portugal. No dia 7 de setembro de 1822, durante uma visita a São Paulo, nas proximidades do rio Ipiranga, dom Pedro recebeu uma carta com as exigências das cortes e reagiu proclamando a independência do Brasil. Bahia, Maranhão e Pará, que tinham juntado governantes de maioria portuguesa, só reconheceram a independência em meados do ano seguinte, depois de muitos conflitos entre a população e os soldados portugueses.
 
                             E.E.Benício Prates
 No início de 1823, houve eleições para a Assembleia Constituinte que elaboraria e aprovaria a Carta constitucional do império brasileiro, mas, em virtude de divergências com dom Pedro, a Assembleia logo foi fechada. A 1ª Constituição brasileira foi, então, elaborada pelo Conselho de Estado e outorgada pelo imperador em 25 de março de 1824.

Com a Constituição em vigor, a separação entre a colônia e a metrópole foi finalmente concretizada. Mesmo assim, a independência só é reconhecida por Portugal em 1825, com a assinatura do Tratado de Paz e Aliança entre Portugal e Brasil, por D. João VI.

sexta-feira, 8 de março de 2013